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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

24
Abr18

Os Arcade Fire fizeram o Campo pequeno

Eu

Pela primeira vez fora de um festival, os Arcade mostraram que, apesar do tempo continuam muito bons e iguais a si mesmos.

O espetáculo começou logo na entrada que foi feita, sem medo, pelo meio do público para o palco que era um 360º a fazer lembrar um ringue de box. Depois cantaram, encantaram, reinventaram-se, fizeram a festa, e deixaram o público preso ao espetáculo até ao fim. 

Dos álbuns mais recentes ao mais antigos, das musicas menos amadas aquelas que toda a gente sabia cor, por entre muitos lá lá lá e oh oh oh, a verdade é que o Campo Pequeno que rebentava pelas costuras foi palco de um concerto memorável. 

Durante o espetáculo todo mostraram não ter medo do público e foram várias as vezes que se misturaram com a multidão. A saída foi feita da mesma forma que entraram, em cortejo pelo meio do público e acompanhados pelos músicos (amigos) que fizeram a primeira parte. 

E, fosse porque a noite ainda estava a começar ou porque o público não arredava pé, resolveram sair da arena, deixar o edifício e continuar a festa na rua. 

Os Arcade Fire foram gigantes num Campo que foi pequeno para a grandeza do espetáculo.

 

Se Eu Mandasse Nisto...

...repetia-se e repetia-se. 

 

23
Abr18

Andar sujo não é moda.

Eu

O dicionário diz que sujo....

.... apresenta sujidade;

.... não está limpo;

.... tem manchas;

Em lado nenhum há indicação de se seja uma coisa fixe, ou porreira, ou da moda, ou que dê um ar de liberdade ou de rebeldia.

Por isso, estar e andar sujo, não pode ser moda. 

Os ténis que já foram brancos e que agora são acastanhados, não são moda. Estão sujos. 

As camisolas que tem manchas de gordura não são artísticas, nem são bué fixes, nem são moda. Estão sujas.

As mochilas, os sacos e as malas manchadas e encardidas não estão na moda, nem dão um ar de rebelde ou um look descontraído. Estão sujas. 

E os que está sujo, tem de ser limpo. 

Deixem lá de justificar a falta de limpeza com a moda e a descontração. 

Sujo é sujo. E se está sujo, tem de ser limpo. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

... não havia medo da água. O que estava sujo era limpo antes de ser usado. 

22
Abr18

Quem nasceu para lagartixa....

Eu

Uma leitura (na diagonal) de uma entrevista à Judite de Sousa e cheguei à conclusão que é urgente que se definam valores e que se ensine, de uma vez por todas, o que é ser bom, o que é ser diferente e o que é nos torna bons e diferentes. 

Que a senhora coloque o seu filho, infelizmente já desaparecido, no topo do mundo, eu entendo. Que ache que ele é, ou era, o melhor dos melhores, eu compreendo. Que pense e que acredite que fez o melhor por ele, eu aceito.

Que não exista dor igual à de perder um filho acredito, sem duvidar. 

Mas, o que não entendo, são os argumentos que usa e que, infelizmente, são usados pela maioria das pessoas. Vamos lá ver: 

O filho era o seu maior amor e seguramente o melhor de todos, pelo menos aos seus olhos, mas...

.....podia ser o melhor, mas não foi por andar na escola A ou na Universidade B. Escolas, universidades e instituições não fazem pessoas nem as tornam naquilo que elas não são. 

...podia ser muito culto, mas essa cultura não lhe veio por ter almoçado ao lado deste ou daquele. O que não falta é gente que almoça e convive com gente importante e nem por isso deixa de ser mal formada. 

...podia ter tido o privilégio de conhecer muitos países, mas isso também não nos diz nada sobre a pessoa, nem fez dele melhor pessoa. Conheceu e viajou, não por tivesse mais interesse do que muitos outros, mas porque aliado ao interesse tinha, também, quem lhe pudesse pagar isso. Há muito boa gente com interesse, com determinação, com vontade, mas cujos pais não ganham o que os pais dele ganhavam. 

...podia ter os melhores fatos e a maior coleção de gravatas, mas não eram isso que o tornava mais comunicativo ou melhor profissional. Tinha-as, bom para ele, mas não acrescenta nada à pessoa. 

O que é urgente que se ensine e que se perceba é que as pessoas se moldam, se tornam mais ou menos, melhores ou piores, mas sempre dentro daquilo que são. 

Quem nasceu para lagartixa, não chega a jacaré, nem que se pinte de verde, que nade no lago e coloque uns implantes de dentes afiados na boca. Quem não nasceu com capacidade de descoberta, com espírito de sacrifício, com interesse, com alma, com determinação, não há viagem, nem escola, nem universidade, nem conhecimentos que lhe valha. 

Não são as roupas, nem os sapatos, nem o ter ou o vestir mais ou menos, melhor ou pior que fazem o mérito. Não é andar na escola da moda, falar 4 ou 5 línguas diferentes e frequentar ateliers sem parar que te dão garantia de ser genial. Não é escolher a faculdade pelo nome, nem o curso pela moda e depois embarcar num Erasmus, só porque toda a gente faz que te torna cidadão do mundo. 

Para chegar longe e ser o melhor é preciso muito mais do que aquilo que o dinheiro pode comprar. 

O filho da Judite de Sousa, podia ser o melhor dos melhores, mas não pelos motivos defendidos pela mãe. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

....ensinava-se muito bem às novas gerações, que os ténis de marca não fazem uma pessoa, que o Erasmus não faz cidadãos do mundo, que os locais da moda, não dão passaportes para uma vida de sucesso. É preciso querer e fazer por isso.

 

19
Abr18

Leões e Águia vão estar no Jamor.

Eu

Chapéus há muitos e águias também. E esta, vai ao Jamor, pela primeira vez, ao peito do Desportivo das Aves que ontem, merecidamente e com muito desportivismo, ganhou ao Caldas e carimbou o bilhete para a estreia na final da Taça. Para o treinador é o oncretizar de um sonho de menino e para os jogadores será, certamente, um marco na carreira. 

Já para o Leões o relvado do Jamor não é coisa nova, mas foi preciso sofrerem até ao fim, para verem o passaporte carimbado. Depois das trocas e baldrocas da camisolas (coisa nunca vista) lá mostraram, já nos penaltis, que eram melhores e mereciam. 

Assim sendo, e porque o futebol tem destas coisas, vamos ter juntos no estádio, o Leão e a Águia. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Ganhava o melhor. 

 

 

 

18
Abr18

As ilhas, as viagens, os subsídios e os deputados.

Eu

Parece que já vi este filme. Este ou outro parecido a este. 

São deputados. São eleitos para um cargo para o qual concorreram. Sabiam, quando concorreram, onde é que tinham de desempenhar funções e sabiam, suponho eu, onde é que tinham a sua residência. 

Sabiam que o desempenho eficaz desse cargo implicava deslocações a Lisboa e sabiam que, caso fossem eleitos, teriam de as fazer. 

Até aqui parece-me tudo demasiado obvio. 

O que não me parece obvio, aliás, parece-me mesmo pouco claro e demasiado rebuscado para que possa ser entendido pela maioria dos portugueses é, porque é que, em alguma altura deste processo, alguém entendeu que estes senhores tenham direito a um subsidio de mobilidade, com o valor de cerca de 500€ por semana, quer decidam fazer viagens todas as semanas, ou não e, como se já não fosse pouco dinheiro tenham, ainda, o direito a justar a este, mais um outro subsidio para as viagens.  

Ou seja, a viagem pode ser feita ou não que os 500€ por semana estão garantidos. Mas caso a façam, ainda podem requerer um outro subsidio para pagar a viagem. 

E indignaram-se por não poderem (ou não deverem) receber isto tudo. E levantaram a voz. E ameaçam deixar os cargos se a coisa não se mantiver. Ora nem mais. Empregos assim, queríamos todos. 

Pois que vão! Gente desta, que quer usar e abusar dos dinheiros públicos, é o que não falta por aí. 

Gostava de saber o que têm estes senhores a dizer aos milhares de de outros profissionais que para exercerem a sua profissão tiveram de se deslocar da sua residência. (Estou a lembrar-me dos professores, mas existirão muitos mais). 

Num país em que não há dinheiro para rever progressões de carreira, de gente que trabalhou e fez os seus descontos, em que não há dinheiro para aumentar dignamente as reformas mais baixas, em que não há dinheiro para pôr os hospitais a funcionar com o mínimo de condições, em que não há dinheiro para aumentar salários, em que não há dinheiro para tanta coisa básica, não pode haver dinheiro para pagar viagens que não são feitas e muito menos, para o duplicar o seu pagamento, quando são. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

... Acabavam estes benefícios. Sabem ao que vão e para onde vão quando se candidatam e por isso, só concorre quem quer. (Se o meu vencimento tem de chegar para mim, o deles tem de chegar para eles). 

 

09
Abr18

Sporting: Orientação precisa-se.

Eu

Alguém que oriente o Sporting, ou o seu presidente, por favor.

Não sei se a culpa é dos jogadores, se dos dirigentes, se do próprio presidente mas a verdade é que me parece que naquele clube se perdeu a direção da baliza e se deixou de pensar no objetivos do clube, do futebol e, até, do desporto.

Textos no facebook, comentários para cá e para lá, jogadores suspensos e um presidente que me dá a ideia de ser uma bola desorientada a correr de um lado para o outro, a atacar à esquerda e à direita, a responder a este e aquele, mas sem se alinhar com a baliza e sem conseguir fazer golo. 

Dos jogadores, ao adeptos já teve o que dizer e o que comentar sobre todos. Não lhe escapa ninguém, mas ainda não fez uma que o dignifique ou que dignifique o seu cargo. 

Haja alguém que o chame à razão, que lhe mostre o certo e o errado, que lhe explique quais as suas funções e quais os seus limites, que lhe diga quando é que é altura de parar, por favor. 

Desporto não é isto. Futebol não é isto. Presidir um clube não é fazer isto. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Quem não fazia o que é certo saltava da cadeira.  

 

06
Abr18

O hábito não faz o monge e a coroa não faz a Rainha.

Eu

D. Letícia de Espanha ilustrou bem, ou mal, dependendo do ponto de vista, a frase que há muito tempo anda nas bocas do povo: O hábito não faz o monge. 

A reação da rainha à saída da missa de Páscoa, e que desde esse dia tem feito correr muita tinta, só veio mostrar que uma coisa é ser rainha e outra, bem distinta, é ter "sangue azul". A plebeia que se tornou rainha até pode ter coroa e até pode viver no palácio, mas mostrou que não é rainha. Mostrou que não sabe estar e não sabe fazer. Mostrou que não nutre qualquer respeito pela sogra, que por acaso lhe cedeu o trono e que, por acaso também, é mãe do seu marido e avó das suas filhas. Mostrou que rapidamente desce do trono e se torna tão vulgar como outra qualquer igual a ela. 

A princesa que é filha da rainha, não esteve melhor. Vive no palácio, frequenta um dos melhores colégios, aprendeu desde bebé a acenar com a mãozinha, mas mostrou, também, que não é por ser filha de reis que se é melhor. A princesinha influenciada pela atitude da mãe, ou não, perdeu a compostura e acabou a fazer figura de menina malcriada quando, por mais do que uma vez, tirou a mão da avó que a segurava. 

Se dúvidas existissem, teriam terminado nesta altura. Os títulos, as posições, os graus, as coroas e outras coisas que tais, não fazem as pessoas. Um doutor não será melhor que um analfabeto se não tiver predisposição para o ser. Um general não será melhor que um soldado raso se não mostrar, em atitudes, que o é. E uma rainha não deixará de ser plebeia se não souber subir para o trono e reinar, use ela as coroas que usar. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Alguns doutores, punham os olhos nisto e viam que é preciso muito mais para chegar ao topo. 

 

04
Abr18

O Ronaldo marcou. A claque adversária deu a lição.

Eu

O Ronaldo marcou. O golo foi um "senhor golo". As imagens do pé levantado a mais de dois metros de altura vão ficar para a história, mas foi a claque adversária que deu a lição. Porque, se às capacidades extraordinárias do Ronaldo já estamos habituados, às atitudes desportivas de uma claque, nem por isso. E porque o futebol, principalmente o futebol, pelo tamanho gigante de números de que faz mexer, tem de ser exemplo, e a claque foi exemplo. 

Exemplo do que deve ser. Exemplo do que se deve fazer. 

Ao terem aplaudido, alguns deles de pé, o golo marcado pelo Ronaldo contra a sua equipa, faz deles um exemplo de desportivismo, de saber estar, de saber fazer. Desporto tem de ser isto. 

Que fiquem para a história também. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

...Os lideres de algumas das nossas claques sentavam-se no sofá, durante algumas horas, a ver as imagens, para aprenderem como é que se faz. 

 

31
Mar18

A Páscoa da minha infância

Eu

Agora a Páscoa é dos coelhos, dos ovos coloridos, das amêndoas e das flores, mas quando eu era criança pequena, a Páscoa era diferente, muito diferente. 

Dia de Páscoa era, invariavelmente, dia de vestir roupa nova e de calçar sapatos novos. A roupa não tinha a etiqueta da Zara ou de outra qualquer grande loja, mas tinha o cheiro da casa da costureira onde, nas semanas anteriores, já eu tinha passado muitas vezes para experimentar, para levar os botões, para entregar o tecido do forro. Os sapatos, também não eram Geox nem Timberland, eram uns quaisquer, talvez os mais baratos, comprados numa sapataria da vila. Nas primeiras vezes que os calçava, para além das dores no calcanhar (eram duros até dizer chega) tinha, ainda, de conviver com uma espécie de patins. A sola, dura e lisa, escorregava que se fartava. 

Em casa, sentia-se o chegar da Páscoa, uns dias antes dela estar marcada no calendário, quando começavam as limpezas. Desarrumava-se tudo, lavavam-se as paredes, desmontavam-se candeeiros, tiravam-se cortinas, um verdadeiro inferno para quem tinha 9 ou 10 anos e a brincadeira era mais importante que passar a tarde a lavar bibelots no lava loiça da cozinha. Depois de tudo lavado era hora de passar cera no chão. De gatas e com um pano na mão, a minha mãe lá ia tratando da madeira. Mais tarde, havia de ser hora de passar com a enceradora, uma maquineta com umas escovas rotativas, cuja função, acho que era deixar o chão mais brilhante.

Depois, ainda vinham as procissões à noite, com a vela de cera na mão, as horas passadas na via sacra, sem perceber muito bem o que era e o que significava e as intermináveis filas para a confissão. (Ainda gostava de saber, o que raio dizia eu ao padre. Que pecados teria?)

A Páscoa era um mundo e não terminava no Domingo. 

Depois desta azáfama, ainda faltava chegar o dia das Boas Festas,  um dia, marcado pelo padre, para andar de casa em casa. E nesse dia, era preciso apanhar flores para enfeitar o chão da rua até à entrada da porta, era preciso colocar as colchas na janela, e era preciso pôr a mesa com qualquer coisa, não fosse o prior ter fome. Acho que era o único dia do ano em que se abria a porta da frente da casa. E, que me lembre, o padre e os ajudantes, eram as únicas pessoas a subir a escada da varanda para entrar pela dita porta. (Nos outros dias, a porta nunca se abria e as entradas em casa eram feitas pela porta lateral da casa). Depois de salpicados com água benta, o padre deixava, no pratinho de onde tinha recolhido o dinheiro (sim, não sei porquê, mas dava-se dinheiro ao padre) umas quantas amêndoas. E só depois de terminado este ritual, e de fechada a porta até ao próximo ano é que se dava por terminada a Páscoa. 

Não havia chocolates, não se davam presentes, não se comia cabrito, não havia caça aos ovos, nem ovos coloridos, mas havia Páscoa. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

...as tradições não se perdiam e não se trocavam por modernices importadas não sei de onde. 

 

 

 

29
Mar18

Bolinha verde. Bolinha vermelha.

Eu

Pegar num computador, escrever meia dúzia de frases a dizer que sim, que os meninos se portaram mal e aquilo que fizeram não se faz e enviar. A empresa recebe, arquiva e fica resolvido. Fácil, fácil. 

Foi mais ou menos isto que fizeram à CELTEJO, depois das descargas poluentes que fizeram para tejo e que custaram aos bolsos dos portugueses alguns milhares. Sim, porque a limpeza foi feita, mas por enquanto, ainda não há noticias que digam que foi a CELTEJO a pagar. 

O que me admira, me espanta mesmo, e me causa alguma indignação é que neste caso, e em outros como este, os tribunais sejam tão compreensivos e tão bonzinhos. A multa que era de uns milhares de euros, acabou reduzida para metade e terminou numa folha de papel com um puxão de orelhas registado. 

Apetece-me perguntar se este tipo de medidas é só para a CELTEJO ou se vão ser extensíveis a todos os portugueses. Sim, porque o desgraçado que sai de casa atrasado para o trabalho e passa a 60 km/h num local onde o limite é 50 km/h é multado e tem de pagar a multa, ou será que daqui para frente os senhores agentes andarão munidos dos bloquinhos de recados para registarem, apenas, repreensões. Faz sentido, até porque o valor da multa é bem menor. 

(Atenção que para mim, infração é infração e quem não cumpre deve ser castigado. Mas todos de igual forma, por favor.) 

Se não decidirem fazer de uns filhos e de outros enteados, então proponho que, para simplificar e tornar o processo mais rápido, em vez do texto escrito, os senhores agentes passem a usar o sistema da bolinha verde ou bolinha vermelha, como fazem as educadoras de infância. Quem for dentro do limite, leva a bolinha verde. Quem ultrapassar, leva a bolinha vermelha. Mas se acharem que é pouco e que tem mesmo de ser por escrito, proponho que arranjem uns blocos já com o texto modelo escrito, uma coisa do género "completar espaços". Também não dá muito trabalho e se é para resolver e arquivar, serve. 

Fica a dica.

 

Se Eu Mandasse Nisto...

....esta gente não brincava assim. Limpavam, pagavam e perdiam a vontade de repetir a proeza. E já agora a pessoa que decidiu por este resultado, ia dar uma ajuda na limpeza. 

 

 

 

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