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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

05
Fev18

A República da Bananas desceu às escolas

Eu

O caso é quase hilariante e deixou-me de queixo caído. 

Dia de teste. Os alunos não se sentem preparados para fazer o teste, porque não estudaram ou por outro motivo qualquer, e pedem ao professor para adiar. O professor, que esteve na aula de revisões e que lutou contra o desinteresse, a recusa e a apatia da maioria dos alunos da turma, diz que não e mantém o teste no dia previsto. 

Na hora do teste, um dos alunos, vai embora da escola e entrega, dois dias depois, uma justificação para a falta alegando "doença" assinada por si próprio, porque tem mais de 18 anos, e é o Encarregado de Educação.

O Diretor de Turma aceita a justificação, porque as faltas por doença até aos 3 dias, podem ser justificadas pelo Encarregado de Educação, mesmo nos casos em que o Encarregado de Educação é o próprio aluno que faltou. E o professor, que cumpriu as suas obrigações, que fez fichas e revisões e deu aulas de apoio, tem de fazer novo teste, porque o rapazito que "esteve doente" faltou ao teste.

Moral da história: Se os alunos tiverem mais de 18 anos, ou se tiverem pais "colaborantes" só fazem testes e avaliações, quando quiserem e na hora que quiserem, porque mesmo que o professor adie o teste, eles só o fazem na nova data se quiserem. E só o farão noutra data, se quiserem. E só o farão este mês, se quiserem. Porque não há limite para as faltas justificadas e eles podem, por dá cá aquela palha, justificar as suas faltas.  E, neste caso, os professores passam a andar comandados pelas vontades e pelas "doenças" dos alunos.

 

Parece mentira, mas é verdade. A República das Bananas chegou às escolas.

Gostava que alguém me explicasse, o que é que se pretende ensinar a esta gente, com atitudes destas. 

(Parvos foram os outros, que também queriam adiar o teste, mas que acabaram por fazê-lo no dia e na hora prevista)

 

Se Eu Mandasse Nisto...

...Faltas à escola ,ou ao trabalho, ou a qualquer outra responsabilidade, só eram justificadas por doença com um atestado médico. E mesmo assim, só em alguns casos é que se mantinham os direitos na totalidade. 

02
Fev18

Eu não pedi bilhetes para a bola

Eu

Grande lata!

Disse a Dra Manuela Ferreira Leite que "não há um único português que não tenha pedido um bilhete para ir ver a bola". 

Pois fique a Dra sabendo, que há. Eu nunca pedi um bilhete para ir ver a bola. Aliás, acho que nem para ver a bola nem para a outra coisa qualquer. 

O problema do país é exatamente este. É considerar-se normal e aceitável que haja gente " a pedir bilhetes para ir ver a bola". Assim, tão normal como se o normal fosse isto. 

E pior, é achar-se que é normal e aceitável que em troca do bilhete, venha o favorzinho ao tio, ao primo, ao compadre. 

As pessoas têm de aprender a chegar onde querem pelos seus próprios meios, fazendo uso dos seus direitos e do seu mérito, assim numa espécie de "ir à bilheteira e comprar o bilhete". Não é a pedir ao A que diga ao B que o C quer ir ao futebol. 

Por estas e por outras é que há muito boa gente a ocupar cargos para os quais não tem formação, nem vocação. Tiveram bilhetes de borla. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.....Esta gente ia para a fila, para aprender que normal é comprar bilhetes.

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