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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

30
Abr18

Precisa-se explicador: ministério da educação

Eu

Ainda a procissão vai no adro e já a confusão é mais que muita. 

Os concursos de professores ainda estão agora no inicio e estão tão bem organizados, e pensados, e preparados, que desde que saiu o aviso de abertura (há meia dúzia de dias) já houve necessidade de haver esclarecimentos, já o primeiro ministro pediu opiniões e já anda tudo às voltas. 

Isto para mim, tem uma explicação, ou melhor duas. 

Primeira:

As regras mudam ao sabor do vento porque alguém quer favorecer, ultrapassar, ou outra coisa qualquer pouco clara, os restantes elementos da lista, e por isso mudam e tornam a mudar e o que hoje é amarelo, amanhã pode ser azul. 

E no Ministério da Educação não percebem que assim criam confusão, lançam o caos e geram injustiças. Não percebem que não é certo. Não percebem que um concurso desta natureza, que implica com vida de milhares de pessoas (alunos, professores, famílias de alunos e de professores....) tem de ter regras bem definidas e conhecidas, tem de ser claro e transparente. 

 

Segunda: 

A confusão que se vive sempre nestes concursos está em grande parte ligada ao facto de colocarem gente à frente dos ministérios quem não percebe nada do que está a fazer. 

Não se pode ser padeiro de não se sabe amassar o pão. Não se pode ser agricultor se não se sabe o que é uma enxada. Não se pode ser ministro da educação e governar escolas, e vidas de alunos, e professores, se não se souber como é que a coisa funciona. Se não se conhecer a realidade das escolas. Se não se perceber o trabalhos dos professores. Se a ultima vez que se esteve dentro de uma sala de aula foi enquanto era aluno. 

E no Ministério da Educação não percebem que erros, problemas, dúvidas, textos pouco claros, esclarecimentos.....põe em causa o funcionamento do sistema. Não percebem porque não conhecem a realidade. 

Mas para além disto há mais, muito mais. 

Não percebem como são feitos os horários e como são preenchidos. (Nenhum professor do quadro está numa escola com horários de 6 ou 7 horas). 

Não percebem como são feitas as colocações. 

Não percebem que deixar concorrer em pé de igualdade quem esteve a trabalhar em colégios, para os quais entrou sem se saber como, e com que critérios, onde nunca esteve sujeito aos regimes de renovações (ou não) impostas pelo estado e quem se sujeitou a andar pelo país, quem teve de cumprir regras, quem se viu obrigado a andar a recolher comprovativos para poder concorrer a escolas TEIP (isto foi outra anedota que alguém iluminado se lembrou há uns anos)....é injusto. 

Não percebem nada. E como não percebem, o melhor é que se lhes arranje um explicador, ou dois, ou três. A área não importa, porque eles não percebem nada de nada. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

....Só tocava piano quem tinha dedos para isso. 

 

 

 

26
Abr18

Regras para os amigos

Eu

Meus amigos (ou uma espécie de),

Vocês sabem que gosto de estar convosco. Gosto quando nos encontramos e damos dois dedos de conversa. Gosto quando combinamos atividades em conjunto. Gosto de falar, de discutir e de rir com cada um de vocês. Mas, vamos lá ver se nos entendemos em relação a umas coisinhas. 

1.- Gosto de vos ter na minha casa, mas por favor se decidirem que vão jantar na minha casa, esperem para serem convidados ou, na pior das hipóteses, escolham uma sexta à noite ou um sábado para informar que vão aparecer sem convite. 

Telefonar às 17h a informar que vão jantar lá em casa, num dia de semana, em que no outro dia é dia de trabalho (e de acordar cedo) não é boa ideia. Transtorna. Aborrece. 

 

2.- Se, para além de informarem que vêm jantar, decidirem que são vocês a cozinhar (na minha casa, na minha cozinha e com os meus ingredientes) abstenham-se de dizer mal do azeite, de criticar a marca do arroz. É o que há!

 

3.- Estar à vontade, não é estar à vontadinha! Abrir portas e armários, virar e revirar, abrir pacotes de bolachas e comer a ultima laranja da fruteira, tudo sem dar cavaco a ninguém, não é simpático. Invade a minha vida e a minha privacidade. 

 

4.- Eu sei que educar os filhos dos outros é fácil, mas dispenso (honestamente) as vossas instruções acerca da forma como alimento os miúdos ou sobre a quantidade de brinquedos que eles têm. 

Lembrem-se que estão na minha casa e que se faço assim, é porque acho que é assim que é certo. Guardem as vossas teorias para quando tiverem os vossos. 

 

5.- Mas, se por acaso os miúdos já foram dormir, e já não andam a fazer "asneiras pela casa, e se vocês sabem que eles fazem um berreiro se acordarem então, por favor, baixem o volume. Conversar e rir é bom, mas não precisa de ser a 120 decibéis. 

 

6.- O vosso despertador até pode tocar ao meio dia, no outro dia, mas se sabem que o meu vai tocar às 6:00h, ficar à conversa até às 3 da matina não é boa ideia. É preciso perceber quando é que chegou a hora de zarpar.

 

7.- Fazer a festa é bom, mas "deixar ficar" a festa não é. Depois de estar tudo virado de pantanas, ajudem a arrumar, por favor. 

 

Eu sei que amigos são amigos e que, entre amigos vale quase tudo. Mas é mesmo isso, QUASE tudo. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

..... Deixávamos de ser politicamente corretos e dizíamos NÃO logo no primeiro ponto. 

 

 

24
Abr18

Os Arcade Fire fizeram o Campo pequeno

Eu

Pela primeira vez fora de um festival, os Arcade mostraram que, apesar do tempo continuam muito bons e iguais a si mesmos.

O espetáculo começou logo na entrada que foi feita, sem medo, pelo meio do público para o palco que era um 360º a fazer lembrar um ringue de box. Depois cantaram, encantaram, reinventaram-se, fizeram a festa, e deixaram o público preso ao espetáculo até ao fim. 

Dos álbuns mais recentes ao mais antigos, das musicas menos amadas aquelas que toda a gente sabia cor, por entre muitos lá lá lá e oh oh oh, a verdade é que o Campo Pequeno que rebentava pelas costuras foi palco de um concerto memorável. 

Durante o espetáculo todo mostraram não ter medo do público e foram várias as vezes que se misturaram com a multidão. A saída foi feita da mesma forma que entraram, em cortejo pelo meio do público e acompanhados pelos músicos (amigos) que fizeram a primeira parte. 

E, fosse porque a noite ainda estava a começar ou porque o público não arredava pé, resolveram sair da arena, deixar o edifício e continuar a festa na rua. 

Os Arcade Fire foram gigantes num Campo que foi pequeno para a grandeza do espetáculo.

 

Se Eu Mandasse Nisto...

...repetia-se e repetia-se. 

 

23
Abr18

Andar sujo não é moda.

Eu

O dicionário diz que sujo....

.... apresenta sujidade;

.... não está limpo;

.... tem manchas;

Em lado nenhum há indicação de se seja uma coisa fixe, ou porreira, ou da moda, ou que dê um ar de liberdade ou de rebeldia.

Por isso, estar e andar sujo, não pode ser moda. 

Os ténis que já foram brancos e que agora são acastanhados, não são moda. Estão sujos. 

As camisolas que tem manchas de gordura não são artísticas, nem são bué fixes, nem são moda. Estão sujas.

As mochilas, os sacos e as malas manchadas e encardidas não estão na moda, nem dão um ar de rebelde ou um look descontraído. Estão sujas. 

E os que está sujo, tem de ser limpo. 

Deixem lá de justificar a falta de limpeza com a moda e a descontração. 

Sujo é sujo. E se está sujo, tem de ser limpo. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

... não havia medo da água. O que estava sujo era limpo antes de ser usado. 

22
Abr18

Quem nasceu para lagartixa....

Eu

Uma leitura (na diagonal) de uma entrevista à Judite de Sousa e cheguei à conclusão que é urgente que se definam valores e que se ensine, de uma vez por todas, o que é ser bom, o que é ser diferente e o que é nos torna bons e diferentes. 

Que a senhora coloque o seu filho, infelizmente já desaparecido, no topo do mundo, eu entendo. Que ache que ele é, ou era, o melhor dos melhores, eu compreendo. Que pense e que acredite que fez o melhor por ele, eu aceito.

Que não exista dor igual à de perder um filho acredito, sem duvidar. 

Mas, o que não entendo, são os argumentos que usa e que, infelizmente, são usados pela maioria das pessoas. Vamos lá ver: 

O filho era o seu maior amor e seguramente o melhor de todos, pelo menos aos seus olhos, mas...

.....podia ser o melhor, mas não foi por andar na escola A ou na Universidade B. Escolas, universidades e instituições não fazem pessoas nem as tornam naquilo que elas não são. 

...podia ser muito culto, mas essa cultura não lhe veio por ter almoçado ao lado deste ou daquele. O que não falta é gente que almoça e convive com gente importante e nem por isso deixa de ser mal formada. 

...podia ter tido o privilégio de conhecer muitos países, mas isso também não nos diz nada sobre a pessoa, nem fez dele melhor pessoa. Conheceu e viajou, não por tivesse mais interesse do que muitos outros, mas porque aliado ao interesse tinha, também, quem lhe pudesse pagar isso. Há muito boa gente com interesse, com determinação, com vontade, mas cujos pais não ganham o que os pais dele ganhavam. 

...podia ter os melhores fatos e a maior coleção de gravatas, mas não eram isso que o tornava mais comunicativo ou melhor profissional. Tinha-as, bom para ele, mas não acrescenta nada à pessoa. 

O que é urgente que se ensine e que se perceba é que as pessoas se moldam, se tornam mais ou menos, melhores ou piores, mas sempre dentro daquilo que são. 

Quem nasceu para lagartixa, não chega a jacaré, nem que se pinte de verde, que nade no lago e coloque uns implantes de dentes afiados na boca. Quem não nasceu com capacidade de descoberta, com espírito de sacrifício, com interesse, com alma, com determinação, não há viagem, nem escola, nem universidade, nem conhecimentos que lhe valha. 

Não são as roupas, nem os sapatos, nem o ter ou o vestir mais ou menos, melhor ou pior que fazem o mérito. Não é andar na escola da moda, falar 4 ou 5 línguas diferentes e frequentar ateliers sem parar que te dão garantia de ser genial. Não é escolher a faculdade pelo nome, nem o curso pela moda e depois embarcar num Erasmus, só porque toda a gente faz que te torna cidadão do mundo. 

Para chegar longe e ser o melhor é preciso muito mais do que aquilo que o dinheiro pode comprar. 

O filho da Judite de Sousa, podia ser o melhor dos melhores, mas não pelos motivos defendidos pela mãe. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

....ensinava-se muito bem às novas gerações, que os ténis de marca não fazem uma pessoa, que o Erasmus não faz cidadãos do mundo, que os locais da moda, não dão passaportes para uma vida de sucesso. É preciso querer e fazer por isso.

 

19
Abr18

Leões e Águia vão estar no Jamor.

Eu

Chapéus há muitos e águias também. E esta, vai ao Jamor, pela primeira vez, ao peito do Desportivo das Aves que ontem, merecidamente e com muito desportivismo, ganhou ao Caldas e carimbou o bilhete para a estreia na final da Taça. Para o treinador é o oncretizar de um sonho de menino e para os jogadores será, certamente, um marco na carreira. 

Já para o Leões o relvado do Jamor não é coisa nova, mas foi preciso sofrerem até ao fim, para verem o passaporte carimbado. Depois das trocas e baldrocas da camisolas (coisa nunca vista) lá mostraram, já nos penaltis, que eram melhores e mereciam. 

Assim sendo, e porque o futebol tem destas coisas, vamos ter juntos no estádio, o Leão e a Águia. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Ganhava o melhor. 

 

 

 

18
Abr18

As ilhas, as viagens, os subsídios e os deputados.

Eu

Parece que já vi este filme. Este ou outro parecido a este. 

São deputados. São eleitos para um cargo para o qual concorreram. Sabiam, quando concorreram, onde é que tinham de desempenhar funções e sabiam, suponho eu, onde é que tinham a sua residência. 

Sabiam que o desempenho eficaz desse cargo implicava deslocações a Lisboa e sabiam que, caso fossem eleitos, teriam de as fazer. 

Até aqui parece-me tudo demasiado obvio. 

O que não me parece obvio, aliás, parece-me mesmo pouco claro e demasiado rebuscado para que possa ser entendido pela maioria dos portugueses é, porque é que, em alguma altura deste processo, alguém entendeu que estes senhores tenham direito a um subsidio de mobilidade, com o valor de cerca de 500€ por semana, quer decidam fazer viagens todas as semanas, ou não e, como se já não fosse pouco dinheiro tenham, ainda, o direito a justar a este, mais um outro subsidio para as viagens.  

Ou seja, a viagem pode ser feita ou não que os 500€ por semana estão garantidos. Mas caso a façam, ainda podem requerer um outro subsidio para pagar a viagem. 

E indignaram-se por não poderem (ou não deverem) receber isto tudo. E levantaram a voz. E ameaçam deixar os cargos se a coisa não se mantiver. Ora nem mais. Empregos assim, queríamos todos. 

Pois que vão! Gente desta, que quer usar e abusar dos dinheiros públicos, é o que não falta por aí. 

Gostava de saber o que têm estes senhores a dizer aos milhares de de outros profissionais que para exercerem a sua profissão tiveram de se deslocar da sua residência. (Estou a lembrar-me dos professores, mas existirão muitos mais). 

Num país em que não há dinheiro para rever progressões de carreira, de gente que trabalhou e fez os seus descontos, em que não há dinheiro para aumentar dignamente as reformas mais baixas, em que não há dinheiro para pôr os hospitais a funcionar com o mínimo de condições, em que não há dinheiro para aumentar salários, em que não há dinheiro para tanta coisa básica, não pode haver dinheiro para pagar viagens que não são feitas e muito menos, para o duplicar o seu pagamento, quando são. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

... Acabavam estes benefícios. Sabem ao que vão e para onde vão quando se candidatam e por isso, só concorre quem quer. (Se o meu vencimento tem de chegar para mim, o deles tem de chegar para eles). 

 

09
Abr18

Sporting: Orientação precisa-se.

Eu

Alguém que oriente o Sporting, ou o seu presidente, por favor.

Não sei se a culpa é dos jogadores, se dos dirigentes, se do próprio presidente mas a verdade é que me parece que naquele clube se perdeu a direção da baliza e se deixou de pensar no objetivos do clube, do futebol e, até, do desporto.

Textos no facebook, comentários para cá e para lá, jogadores suspensos e um presidente que me dá a ideia de ser uma bola desorientada a correr de um lado para o outro, a atacar à esquerda e à direita, a responder a este e aquele, mas sem se alinhar com a baliza e sem conseguir fazer golo. 

Dos jogadores, ao adeptos já teve o que dizer e o que comentar sobre todos. Não lhe escapa ninguém, mas ainda não fez uma que o dignifique ou que dignifique o seu cargo. 

Haja alguém que o chame à razão, que lhe mostre o certo e o errado, que lhe explique quais as suas funções e quais os seus limites, que lhe diga quando é que é altura de parar, por favor. 

Desporto não é isto. Futebol não é isto. Presidir um clube não é fazer isto. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Quem não fazia o que é certo saltava da cadeira.  

 

06
Abr18

O hábito não faz o monge e a coroa não faz a Rainha.

Eu

D. Letícia de Espanha ilustrou bem, ou mal, dependendo do ponto de vista, a frase que há muito tempo anda nas bocas do povo: O hábito não faz o monge. 

A reação da rainha à saída da missa de Páscoa, e que desde esse dia tem feito correr muita tinta, só veio mostrar que uma coisa é ser rainha e outra, bem distinta, é ter "sangue azul". A plebeia que se tornou rainha até pode ter coroa e até pode viver no palácio, mas mostrou que não é rainha. Mostrou que não sabe estar e não sabe fazer. Mostrou que não nutre qualquer respeito pela sogra, que por acaso lhe cedeu o trono e que, por acaso também, é mãe do seu marido e avó das suas filhas. Mostrou que rapidamente desce do trono e se torna tão vulgar como outra qualquer igual a ela. 

A princesa que é filha da rainha, não esteve melhor. Vive no palácio, frequenta um dos melhores colégios, aprendeu desde bebé a acenar com a mãozinha, mas mostrou, também, que não é por ser filha de reis que se é melhor. A princesinha influenciada pela atitude da mãe, ou não, perdeu a compostura e acabou a fazer figura de menina malcriada quando, por mais do que uma vez, tirou a mão da avó que a segurava. 

Se dúvidas existissem, teriam terminado nesta altura. Os títulos, as posições, os graus, as coroas e outras coisas que tais, não fazem as pessoas. Um doutor não será melhor que um analfabeto se não tiver predisposição para o ser. Um general não será melhor que um soldado raso se não mostrar, em atitudes, que o é. E uma rainha não deixará de ser plebeia se não souber subir para o trono e reinar, use ela as coroas que usar. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Alguns doutores, punham os olhos nisto e viam que é preciso muito mais para chegar ao topo. 

 

04
Abr18

O Ronaldo marcou. A claque adversária deu a lição.

Eu

O Ronaldo marcou. O golo foi um "senhor golo". As imagens do pé levantado a mais de dois metros de altura vão ficar para a história, mas foi a claque adversária que deu a lição. Porque, se às capacidades extraordinárias do Ronaldo já estamos habituados, às atitudes desportivas de uma claque, nem por isso. E porque o futebol, principalmente o futebol, pelo tamanho gigante de números de que faz mexer, tem de ser exemplo, e a claque foi exemplo. 

Exemplo do que deve ser. Exemplo do que se deve fazer. 

Ao terem aplaudido, alguns deles de pé, o golo marcado pelo Ronaldo contra a sua equipa, faz deles um exemplo de desportivismo, de saber estar, de saber fazer. Desporto tem de ser isto. 

Que fiquem para a história também. 

 

Se Eu Mandasse Nisto....

...Os lideres de algumas das nossas claques sentavam-se no sofá, durante algumas horas, a ver as imagens, para aprenderem como é que se faz. 

 

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