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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

06
Jan18

Amêijoas do rio

Eu

Nos últimos dias foram várias as notícias sobre a captura de amêijoas no rio Tejo. Pensava eu, que este assunto não era assunto, tal é a quantidade de gente que, nas horas de maré baixa, se pode ver dentro de água à procura dos ditos bivalves. Jamais me passaria pela cabeça que, sendo a discrição nula, sendo o número de pessoas de tal forma elevado que quase parece uma sementeira de gente nas margens do rio, sendo a venda das amêijoas feita à vista de todos e, inclusivamente, em muitos mercados da região, tal atividade pudesse ser uma coisa ilegal. 

Mas é. E o consumo destas ameijoas, que não são depuradas convenientemente é, também, um risco para a saúde.

Então se a apanha das amêijoas é ilegal, se o seu consumo é um risco para a saúde das populações, se a venda não está autorizada, só me ocorre perguntar:  Anda Tudo a Dormir?

Aquilo que eu vejo toda a gente pode ver, basta que passem pela ponte Vasco da Gama nas horas de maré baixa ou que vão até às praias do Samouco.

 

Amêijoas à venda encontram-se em todos os mercados, numa banca improvisada, com o bicharocos dentro de alguidares ou de garrafões de água.

Então não deviam, as autoridades competentes, terem já tratado eficazmente do assunto? Então é proibido, é ilegal, faz-se à vista de todos, todos os dias, duas vezes por dia, e ninguém faz nada? 

Então é preciso esperar que haja carros a transportar amêijoas daqui para a Galiza, para serem mandados parar, e efetuar-se a captura?  E porque não ir diretamente ao cerne da questão, às margens do rio ou aos armazéns onde a venda é feita? 

Juro que não percebo. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... As leis tinham de ser cumpridas, senão deixavam de ser leis. 

 

 

 

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