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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

26
Dez17

As cartolas de Lisboa

Eu

O ano ainda não terminou e portanto ainda vamos a tempo de ouvir e assitir a mais uns disparates. Então não é que a Câmara Municipal de Lisboa vai gastar qualquer coisa com 57 mil euros em cartolas brilhantes para a festa de fim de ano.

57 mil euros? Está tudo doido? 

Andei o dia todo a pensar no assunto mas ainda não consegui achar nem lógica, nem justificação para este gasto absurdo. 

Primeiro, não percebo que retorno terá a câmara, ou as pessoas, ou o país com este gasto. Se não tem retorno, é dinheiro perdido, certo? 

Segundo, qual é o interesse de ter milhares de pessoas na festa de fim de ano com uma cartola brilhante na cabeça? Se não tem um objetivo válido, então é dinheiro deitado ao lixo, certo? 

Terceiro, a festa de fim de ano não tem de ser um espetáculo de circo, mas ainda assim, se alguém achar que sim e se quiser enfeitar, que compre a sua própria indumentária. Ter a câmara a patrocinar os adereços, é um disparate e dinheiro mal gasto, certo? 

Quarto, se ainda há, na cidade, obras por fazer, ruas e passeios por arranjar e gente a dormir na rua gastar 57 mil euros em cartolas é dinheiro desperdiçado, certo? 

Não me parece que, se fizessem uma consulta pública sobre este assunto, e sobre o uso dado aos 57 mil euros, que a câmara gere, mas que na verdade são de todos nós, houvesse alguém no seu perfeito juizo que achasse que isto era aceitável. 

Cá para mim, os turistas enfiam a cartola e os lisboetas vão enfiar um barrete. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

.... Estes tipo de gastos, quando ainda há tanto por fazer e para fazer eram, simplesmente, proibidos. E o presidente da câmara acusado, no mínimo, de má gestão dos dinheiros públicos. 

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