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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

15
Mar18

Vacinas? Sim! Sim! Sim!

Eu

Outra vez? 

Estamos outra vez às voltas com um surto de sarampo? 

Já há, outra vez, 7 doentes com sarampo e 34 à espera de haver confirmação. Quando é que será que as pessoas vão perceber a importância da vacinação? 

Durante muito tempo as pessoas morriam por falta de tratamentos, de medicamentos, de cuidados de saúde. Trabalhou-se, estudou-se, investigou-se e surgiram formas de travar algumas das doenças que eram, até então, mortais. Agora, por causa de uma qualquer ideia brilhante, de uma qualquer mente iluminada, voltou-se a andar para trás e a moda, agora, é não vacinar. 

O sarampo é uma doença grave. É suposto que as pessoas que podem levar a vacina que a levem, para que as que não a podem levar, fiquem igualmente protegidas. (Uma espécie de "efeito rebanho". Se num grupo grande existirem apenas um ou dois elementos por vacinar, estarão protegidos pela imunidade dos outros. Dificilmente um dos outros apanha o vírus e portanto, também dificilmente esses apanharão).  É suposto e devia ser uma obrigação. Porque o direito de escolha de uma pessoa termina, quando essa escolha interfere, diretamente, com a saúde dos outros. 

As vacinas são para levar? Sim! Sim! Sim! Todas, de preferência. 

Porque proteger a nossa saúde pode ser uma opção, mas proteger a saúde dos outros é obrigação. 

 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

... fazia-se como antigamente. O enfermeiro ia à escola e, sem perguntar a opinião a  ninguém, vacinava. Os pais sabiam quando os filhos chegavam a casa. 

 

 

 

 

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