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Se eu mandasse nisto

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se o mundo anda ao contrário, se as pessoas andam com as ideias trocadas, se as prioridades andam invertidas, se os deuses andam loucos, haja alguém para mandar nisto, por favor.

Se eu mandasse nisto

15
Jan18

Youtube ou não Youtube, eis a questão.

Eu

A Ana Galvão, e depois dela o Nuno Markl, vieram levantar uma questão que já há muito tempo devia ter sido levantada por todos nós, mas principalmente pelos pais e pelos responsáveis pela educação das crianças e jovens. 

Aquilo que se passa no youtube ou noutros canais de partilha de vídeos, pode ser muito pouco interessante. As crianças são deixadas, muitas vezes, a ver o que querem, sem haver qualquer controlo de conteúdos. E os resultados podem ser dramáticos. 

A questão não diz respeito a pessoas, mas sim,a conteúdos. A verdade é que muitos pais não controlam e não sabem o tipo de vídeos que os filhos assistem e nem sempre as mensagem que passam e a forma como as passam é a melhor. Os youtubers são livres e fazer e dizer o que querem e o que lhes apetece. São livres de colocarem online os conteúdos que querem e de mostrarem as barbaridades que querem. Mas os pais devem (têm a obrigação de) controlar aquilo que os filhos andam a ver. Porque sim. Porque são pais. Porque a responsabilidade é deles e é a eles que cabe ensinar o que é certo e errado. 

E isto não é uma questão de mais palavrão menos palavrão ou de mais grito, menos grito. Isto pode ser uma questão de saúde com sérios riscos. O Tide Pod Challenge, o novo desafio da internet, é exemplo do que pode correr mal. Estes vídeos lançaram a nova moda de comer ou usar para cozinhar, partilhas de detergente, sem mostrarem nem fazerem referência aos riscos que isso pode trazer. A composição química das pastilhas mostra que não podem, nem devem ser ingeridas e no entanto a moda parece que pegou. E se pegar a sério, não tardará a que cheguem as notícias do que correu mal. 

Por estas e por outra iguais a estas é que é preciso abrir os olhos. É preciso filtrar. É preciso controlar. E é preciso perder (ganhar) tempo a explicar a diferença entre o certo e o errado porque, infelizmente, os pais podem tentar, mas não vão conseguir controlar tudo a toda a hora. 

 

Se Eu Mandasse Nisto...

....Os conteúdos eram filtrados antes de serem colocados online, mas os pais tinham de aprender que o computador e os tablets não são amas. 

 

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